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Jose Ferraz
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DB® _QUARTO DIA_ O Paraíso é aqui
17 de Janeiro de 2018 - 15h04min
 

 

Diário de Bordo_ QUARTO DIA_ O paraíso é Aqui




Nossa, estou no Rio, no Galeão e, isso já é muito bom, vai que encontro um famoso para uma self, dai isso será muito, muito bom. Agora atentem para o detalhe, estou me dirigindo para um resort em Ferradura, em Búzios e, o que poderia ser muito bom tornou-se excelente, porém, ainda falta dizer, que o motivo de estar aqui na cidade maravilhosa, indo para um dos lugares mais paradisíacos e frequentados do litoral carioca, é realizar o sonho de mais um casal, diga-se de passagem, não gosto de falar “mais um casal”, por que pode parecer que estou me referindo apenas a mais um no sentido de números, como se estivessem engrossando a lista dos mais de mil já atendidos, mas, não é isso, eles são únicos, suas histórias também e, os sentimentos que experimento, muito mais. É tudo muito especial, por exemplo, aqui, numa cadeira do Galeão, escrevendo estas linhas, de uma relação que começou assim meio descompromissada, num aplicativo que confesso não ser muito do meu agrado, em que o noivo, contatou-me fazendo referencia ao fuso horário entre Floripa e Manaus e, com certeza, uma relação que como as demais não ficará por aqui, pois que, para além do meu pós-venda, algo a mais fica, seja no breve contato presencial ou através da internet, na maioria das vezes e,  quanto ao aplicativo é o tal de “zapzap” (WhatsApp)que só abro mão mesmo para clientes, pois este reforçou o hábito do imediatismo espontâneo, onde as pessoas clicam com você pra te dizer que te mandaram um e-mail, ou mesmo te cobrando como você “ainda” não leu o dito e-mail. Via de regra o contato maior é com o noivo, que neste momento é o autor e cicerone do evento, meu recepcionista e eu na maioria das vezes, sou o seu apoio das horas, em meio a explosão de sentimentos, dentre eles a solidão em meio um nervosismo que teima em não passar. Com este casal realmente assim o foi, pois o noivo fez todos os contatos e pude vê-lo como um apaixonado querendo realizar o sonho da amada, e em particular realizar o casamento no Rio de Janeiro, não sei se em Búzios e especificamente neste Resort, o que foi obviamente uma excelente escolha, do ponto de vista estético com certeza, ademais que outros fatores, não posso opinar na medida em que minha permanência no local é limitada para este ponto e para tais observações, mas sem dúvida, me cabe observar a alegria e a felicidade dele, noivo, com a concretização deste projeto, seja por ela, seja por ele mesmo ou pela cerimonia em si, o que agradeço profundamente. Cheguei a Búzios já por volta das 14:00H, por conta do Transfer que me levaria direto do Galeão para a pousada onde ficaria e, por conta do horário optei por ir direto para o local da cerimonia, o que causou uma quase confusão pelo fato que o roteiro é previamente contratado, no entanto o bom senso prevaleceu de parte dos motoristas e fiscais e pude chegar ao resort a tempo de ainda “fazer” o noivo comer algo antes da cerimonia, o que com certeza não aconteceria tal o nervosismo e a pressa dos últimos detalhes. Aqui abro um enorme parêntese para confessar da importância deste tempo com o noivo, uma vez que, no caso da noiva, o mesmo poderia ser aproveitado, ou o é de parte dos profissionais de make e hair, que são os que passam com ela, os últimos momentos que antecedem o inicio da cerimonia. É um tempo que em particular a tensão e o nervosismo dá abertura a emoções únicas que se compartilhadas podem dar lugar a tranquilidade e a certeza de estar fazendo a coisa certa e aproveitar melhor o próprio casamento, momento em que o profissionalismo e o bom senso podem fazer toda a diferença por que é abominável presenciar da parte de fornecedores certas brincadeiras tais como “ainda dá  tempo de desistir!”, sem dúvida são de muito mal gosto e por mais populares que sejam, não deveriam fazer parte da prática de bons profissionais. Enfim, para mim principalmente, foi de extrema importância enquanto aparentemente forçava o noivo a alimentar-se, estar ao lado dele compartilhando detalhes, como a criação compartilhada de parte da avó, seus sonhos em relação a carreira da Magistratura ou mesmo, sobre as peripécias da pequena Lála, que segundo ele é uma misturinha de poodle com Yorkshire, que juntamente  com a vó, fariam parceria no momento da alianças. Feito isto, partimos ambos para as nossas missões, eu me vesti e aguardei no restaurante o momento de começar a atuar e ele seguiu sua saga de dar conta de toda a emoção que percebi estar explodindo em seu coração ansioso.

 


 

 

 

® Extremamente inquieto, José Ferraz Celebrante, traz da infância a incrível sensação de voar durante os sonhos e na atualidade transformou seus voos em realidades criativas. Entre os projetos que trabalha estão o e-book Casamento Todo Dia, recentemente transformado em livro, a CelebranteRadio, a CelebranteTv, o App O Casamenteiro, a CelebranteCast, e agora com o seu DIÁRIO DE BORDO DE CELEBRAÇÃO,  mais um canal de comunicação com as ideias deste visionário que ainda voa através da criatividade inventiva.

 

 

 
 
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DB® _TERCEIRO DIA_ De volta ao Mato Grosso do Sul
14 de Junho de 2016 - 18h48min

 Diário de Bordo_ TERCEIRO DIA_ De volta ao Mato Grosso do Sul


Depois de ter teclado varias vezes com o casal, já estávamos sonhando juntos e já me via realizando o sonho deles. Na maioria das vezes, a celebração começa a acontecer na minha cabeça a partir do momento em que sintonizo com o casal, que entro na história deles, que conversamos sobre o seu sonho ou mesmo visito o seu site, o que é muito útil atualmente e facilita em muito o trabalho do profissional de celebração. Acontece que quando foi mencionado o detalhe do fuso horário é que nos demos conta de que alguns bons quilômetros de distância nos separavam  da realização deste sonho e que então alguns outros obstáculos ainda precisavam ser superados,  entre eles a distancia a partir de minha base, Florianópolis-SC,  ate o local onde sonharam, Campo Grande-MS, e, neste momento  a postura do profissional será um detalhe extremamente importante para que um sonho seja viabilizado. Um casamento não se faz sem muito esforço, sem que o casal, muito mais do que seus pais, nos dias atuais, tenham empreendido muita dedicação, tempo e, é claro, muito investimento e se o profissional não levar isso em consideração e trabalhar de todas as formas possíveis para viabilizar este acontecimento, pode ele mesmo, ser o fator de insucesso, uma vez que com o advento da internet, o planeta ficou globalizado e, casais de qualquer lugar do planeta podem sonhar ter o trabalho de qualquer profissional em qualquer lugar e nós temos que cooperar para que isso aconteça, e foi assim que aconteceu. De imediato ocorrida a concretização das negociações, e as digitalizações dos contratos enviadas, chegaram os bilhetes e, meu voo para Campo Grande- MS, estava marcado, sendo que ao mesmo tempo que me alegrava com o casal por que tudo deu certo, meu coração se alegrava de poder voltar mais uma vez ao território sul-mato-grossense e rever sua gente simples e gentil. De porta-terno e mochila preparada, embarquei em FLN para VCP com conexão para CGR, cumprindo o meu ritual de viagens, de roupa leve e confortável, chinelos, uma blusinha para dentro do avião, levando sempre dois volumes que posso carregar comigo sem ter que despachar e é claro, meu DIARIO DE BORDO. Em plena estação das chuvas no Mato Grosso do Sul, não preciso dizer que o sonho da noiva em casar no gramado foi literalmente por agua abaixo, por que além de ter chovido a semana toda, embora tenha desembarcado em Campo Grande com tempo bom, não demorou em que a chuva voltasse o que por um lado deixou as coisas bem claras e definidas, ou seja,  teria que ser o plano B, e, como disse a própria noiva, ela já tinha chorado tudo que deu durante a  semana, talvez tanto quanto a chuva, mas hoje, no dia do casamento, já estava mais conformada. No Hotel, no horário combinado, a Van veio nos buscar, juntamente com alguns dos convidados de fora que também ali se hospedaram, e já na ida para um dos muitos sítios e recantos para eventos espalhados pela região de Campo Grande-MS, percebemos os estragos que a chuva havia feito nas estradas e, percebemos que  já estava tudo muito alagado, e ali, neste momento, fiquei com medo que conseguíssemos ir e talvez não retornar tal o volume d’água. Do meu ponto de vista, apesar do medo, estava aliviado ao pensar que o casamento aconteceria, mesmo sabendo, que se tratava do plano B e que, a noiva, tenha chorado muito por conta desta mesma chuva que, agora, ameaçava nosso retorno. Passado este momento, tendo chegado ao local, já entrei na atmosfera da celebração e, nem mesmo todas estas intempéries conseguiram me tirar da missão e do que havia vindo ao MS para realizar, ou seja, um sonho acalentado por muito tempo, do qual passei a fazer parte a partir do momento em que teclamos a primeira vez e, passamos a construir nossa celebração, em todos os seus detalhes, desde os mais simples até os mais complexos. Porém não é assim tão simples, pois além da cerimônia e de todos os detalhes ainda tinha o meu voo de volta que aconteceria as 05:00h, levado pela mesma Van que retornaria os convidados para o hotel, e então, ficar na recepção, tornou-se algo necessário, e, que reservava surpresas, pois não costumo ficar nos eventos,  isto como  uma regra a ser seguida à risca em todos os eventos, sem privilégios, pois minha postura é bem clara,  no sentido de esclarecer que minha modalidade de serviço envolve uma relação profissional e não religiosa, por exemplo, sendo assim,  portanto, não estão diante de uma “Autoridade”, mas de um prestador de serviço, o que deveria ser suficiente, mas não é, pois apesar de tudo, para eles trata-se de um carinho,  querer que o Celebrante do casamento,  tenha um lugar de destaque em sua recepção e, como precisaria ficar um pouco mais por conta do voo, acabei por  ter que assumir este papel. Estava eu sentado à mesa juntamente com os pais, mesa esta, que era constante alvo de todos, principalmente dos parentes (família), que vinham, ora para contar algo, ou cumprimentar, elogiar e, às vezes, não nesta ocasião, reclamar de algo, pois como dizia minha mãe, “parente é mais quente!”, no caso em questão pude participar de histórias e bate-papos incríveis que envolveram desde detalhes mais aprofundados da história do casal até histórias de onça e inclusive vídeos em que a “pintada”, ou aprontava alguma ou era aprontada pelos corajosos de plantão que enfrentavam a bixa em suas incursões pelas fazendas a procura de algum novilho ou carneiro para alimentar-se. Em um dos vídeos me apresentado por um tio que é policial militar da ambiental o mesmo apresentava-se a poucos metros da “pintada”, numa estratégia muito usada pelos nativos de puxar um pedaço de carne na ponta de uma corda e ir trazendo a dita para cada vez mais perto para ser filmada e fotografada, só em vídeo é de arrepiar ver a danada ali vivinha e tão perto, enfim só isso completaria a aventura de volta ao Mato Grosso do Sul, porém ainda teríamos a continuidade da chuva que me obrigou a pedir para o rapaz da Van sair mais cedo por conta do medo de que as estradas inundassem e me impedissem de chegar ao aeroporto a tempo do retorno. Enfim, deixava o MS que adoro, com um sentimento de medo em relação a quantidade de chuva que não dava tregua, mesclado com a alegria do retorno e a costumeira sensação de dever cumprido com o prazer enorme de mais uma vez viajar por esta terra maravilhosa brasilis, que amo tanto, e, por conta disto, acabamos por chegarmos muito cedo ao Aeroporto Internacional de Campo Grande- CGR, o que me fez chegar também cedo no Tom Jobim e protagonizar uma outra história, bem legal, pois  acontece que toda a vez que chego no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Tom Jobim fico com aquela expectativa louca de que vou encontrar alguma celebridade e ao colocar o pé no aeroporto, coloco o meu Iphone em modo alerta, na câmera, pronto para a self, o que me frustrou deveras, talvez, não pelo fato de não ter encontrado alguém, mas talvez por minha ignorância em relação as novas celebridades que habitam os nossos aeroportos, pois do dia para a noite surgem youtubers, vlogers e outros “ers”, com milhões de seguidores. Enfim, chegou o horário de embarcar para Floripa, sem uma self com celebridades, pelo menos as que conheço, mas feliz por poder realizar um sonho de casamento, de ter voltado ao MS que tanto adoro e, estar retornando pra minha Floripa, que tanto amo, e, ter podido escrever mais um dia em meu Diário de Bordo.

 


  

® Extremamente inquieto, José Ferraz Celebrante, traz da infância a incrível sensação de voar durante os sonhos e na atualidade transformou seus voos em realidades criativas. Entre os projetos que trabalha estão o e-book Casamento Todo Dia, recentemente transformado em livro, a CelebranteRadio, a CelebranteTv, o App O Casamenteiro, a CelebranteCast, e agora com o seu DIÁRIO DE BORDO DE CELEBRAÇÃO,  mais um canal de comunicação com as ideias deste visionário que ainda voa através da criatividade inventiva  

 
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DB® _SEGUNDO DIA_ Recasamentos de Sucesso
31 de Maio de 2016 - 22h41min
 

Diário de Bordo_ SEGUNDO DIA_ Recasamentos de Sucesso

A aventura começou na contratação, só que jamais imaginaria que encontraria a galera da equipe de imagem do casamento de Caçador – SC em Março/16. Estou em Fraiburgo, terra da maçã, num lugar maravilhoso, estou até ofegante por que caminhei pelo Hotel e, é algo de estonteante a mata, o lago, a natureza e o clima deste lugar, o que me dá esta satisfação especial de poder participar um pouquinho dos preparativos, por que na maioria das vezes chego, faço a minha parte e saio. Cheguei a Fraiburgo de madrugada, numa aventura dolorosa num Catarinense (Onibus) que, deveria ser mais confortável para o tempo de viagem, desci na Rodoviária deserta às 05h00min, lá havia um rapaz abrindo a porta, o que garantiu o aquecimento, pois, a temperatura é mais baixa aqui. Então, abrigado do frio, fui me preocupar em achar um táxi para o hotel e, acontece que, em uma rodoviária pequena, há esta hora, a galera estava dormindo e,  fui carregar meu celular(doce ilusão que faria isso no ônibus da Catarinense que já estão equipados inclusive com Wifi, onde aproveitaria e cumpriria as atividades diárias do Star Wars Galaxy of Heroes), e, então, avistei um cartãozinho que dizia “Táxi Rodoviária, Carro tal com Ar condicionado”, liguei para o primeiro número(lembrar de colocar o código, pois não estou em Florianópolis!), chamou, chamou e, o cidadão, acredito,  continuou dormindo, já o segundo ou o da vez, não sei, atendeu e disse que em 10 minutinhos estaria lá, o pior é que em 10 min ele chegou mesmo, abrindo o porta-malas e pegando minhas coisas, bem profissional, uniformizado(com uma camisa VERMELHA!) e um sotaque carregadíssimo. Chegando ao Hotel descobri que não foram avisados que eu chegaria tão cedo (o check-In é as 12:00H)e aconteceu que fiquei esperando até conseguirem um quarto vago e ai, aconteceu o inesperado, pois, recebi a chave, há esta altura, já meio dormindo, subi as escadas em modo automático, com a chave na mão, abri a porta, ainda bem que não encontrei o interruptor, pois o quarto estava OCUPADO!!!!!(imaginem o susto dos coitados que dormindo tranquilamente no leito de seu conforto e são invadidos ao amanhecer por um ser no escuro fazendo barulho), acontece que, ao mesmo tempo em que não encontrei o interruptor, com o grito das pessoas, me desculpei no escuro mesmo, expliquei o engano já saindo, chaveei a porta e, retornei à Recepção para o segundo capítulo. Quero aqui pedir publicamente desculpas às pessoas, que não vi quem são e, dizer sinceramente, que realmente não vi nada, não sei de nada e, que entrei nessa de "gaiato" (risos envergonhados), se bem que durante toda a minha estada, ao encontrar as pessoas hospedadas, ficava imaginando se seriam eles os ocupantes do quarto, invadido pelo misterioso celebrante dorminhoco. Depois falei com o pessoal do hotel e me disseram que tudo se resolveu da melhor forma, porém,  foi assim que continuou minha aventura. Acordei logo depois que deitei por que o recepcionista queria saber se estava tudo bem, ao que respondi que sim, já meio dormindo, a não ser por conta de um  sonzinho ao longe, tocando insistentemente, que vim a descobrir depois,  que era regulado no painel de controle da cama e, foi assim, enfim, com toda esta turbulência que adormeci. Não sei se já não deitei pela manhã, mas enfim, consegui acordar a tempo para o café, uma delícia, por sinal, e, no primeiro passeio, percebi a beleza de onde estava,  e do que se tratava este complexo turístico aqui. Não se trata apenas de um local de hospedagem, o hotel possui uma estrutura de lazer que inclui um lago aberto ao público para prática de esportes e caminhadas, tudo enfeitadinho com as carinhas de maçã, bem fofinhas, avisando os aparelhos, que embora bem rústicos são bem práticos e servem para o que se propõem. O passeio continuou em direção ao bosque e pequenas trilhas, com lagartos soltos e tudo e, aconteceu o inesperado e diferente, que foi ter acesso a equipe de cerimonial, decoração e equipes de montagem do evento, pois, quando chego está sempre tudo pronto. Com a Cerimonialista aconteceu aquilo que sempre friso de que os momentos de maior tranquilidade para acertar detalhes como pagamentos, p.exemplo, são sempre antes da cerimônia e, que depois é um momento tenso para eles, que tem que dar conta do inicio da recepção, sendo que, no caso em questão, foi exatamente o que fizemos, e, aproveitamos para já conversamos sobre os detalhes, acertarmos os valores, trocas de recibos da burocracia, podendo então ficar tranquilos para a próxima surpresa,  a Noiva (com os seus bobs), que veio dar uma olhada nos preparativos, pois, estava se arrumando no próprio hotel e  junto com ela, na sua cola, não perdendo nenhum detalhe, a equipe de filmagem, que por sinal, (outra surpresa), como disse no início, seria a mesma equipe da celebração de Caçador – SC, em Março/16. Nossa, que aventura, que diferente, poder falar com a Noiva antes da cerimonia, o que neste sentido, com este casal, foi muito diferente também, por tratar-se de casais que o IBGE chama de “Recasamentos”, onde um ou os dois cônjuges já foi casado e, neste caso o casal, fez tudo de modo diferente, e, com isso, ganharam a curtição de cada momento e  detalhes do próprio casamento, nos permitindo  que fizessemos uma grande celebração de todos estes motivos, e, diria que saímos ganhando nós os profissionais, cheios de elementos para registrar e contar nesta história. Estava eu com a Cerimonialista, a Noiva (com os Bobs e o Cinegrafista), no salão de montagem da festa num super descontraído e interessante bate-papo, que, com certeza, caracteriza os momentos aos quais chamo a atenção sobre a necessidade de quebrar os protocolos para valorizar o espontâneo. Momentos especiais que nos proporcionam alegria e prazer e, com certeza, este nosso bate-papo vai influenciar a cerimonia de logo mais, mas não só isso, também o modo especial como o casal também conduziu toda a preparação do seu evento. Aproveitei este encontro também para conversar com os profissionais de imagem, pois não só a equipe de filmagem, mas a de fotografia serão os mesmos de Caçador e juntos, protagonizamos um verdadeiro Reality de casamentos, na medida em que, para este casamento de Março/16, em Caçador- SC, o casal criou um grupo no WhatsApp,  para a troca de informações entre eles e os fornecedores, o que,  ajudou bastante, pelo fato de tratar-se de uma Celta, cerimonia que possui muitos mais detalhes específicos do que as demais cerimonias. Acontece, que ao postar no grupo que estávamos juntos aqui, não só o casal, mas os demais fornecedores participantes do grupo, começaram a participar deste momento e, da realização de uma cerimonia, passamos a interagir a respeito de outra, e, destas, para outras atividades. Apesar de não  concordar muito com esta determinada rede social, é de impressionar, o que elas,  as redes sociais, e a própria tecnologia, podem fazer por nós, para além de uma #casamentodefulanoefulana,pois,  é muito mais do que isso, é,  a possibilidade do uso da instantaneidade da comunicação, e, da grande possibilidade de interação entre sujeitos até então separados, seja por sonhos, seja por projetos e ações diferenciados. Nesta oportunidade, pude conhecer não só os bastidores do evento, mas interagir diretamente com os profissionais, o que aconteceria de qualquer forma, porém, de uma maneira diferente, e, até mesmo em preparação da cerimonia, fazendo com que todos saíssem ganhando, inclusive os próprios clientes, que podem, para além de portifólios, testar a capacidade de cada um,  para tirar o olhar do próprio umbigo, do foco pessoal e, lançar seu olhar por sobre ao redor, interagindo com os demais profissionais, no sentido, de obter um resultado, cada vez mais satisfatório para quem nos contrata. Não me arrependo de agir assim, desde o inicio de minhas atividades, sempre, buscando entender a necessidade dos demais profissionais, no que posso ajuda-los, a obter o melhor do seu trabalho, para que, no final,  a alegria e felicidade do nosso contratante, possa afetar a nós todos com uma avaliação excelente de nosso trabalho.   

   


  

® Extremamente inquieto, José Ferraz Celebrante, traz da infância a incrível sensação de voar durante os sonhos e na atualidade transformou seus voos em realidades criativas. Entre os projetos que trabalha estão o e-book Casamento Todo Dia, recentemente transformado em livro, a CelebranteRadio, a CelebranteTv, o App O Casamenteiro, a CelebranteCast, e agora com o seu DIÁRIO DE BORDO DE CELEBRAÇÃO,  mais um canal de comunicação com as ideias deste visionário que ainda voa através da criatividade inventiva  

 

 
 
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